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Pickpocket Gallery_Lisboa_2014

Começo sempre.
Vejo as minhas fotografias pelo avesso. As palavras são como cristais, fragmentam-se em imagens. Varro á passagem os lugares, quase todos têm nome, identifico-os no meu mapa, e retorno. O corpo é uma caixa estranha.
Começo sempre.
O preto e branco, o tempo perdido, os borrões e partículas parasitas nas imagens. Não uso luvas.
Começo sempre para não ter que terminar.
Mas gosto de sítios terminais, de objectos deixados para trás, despossuídos. Por outro lado atrai-me o fim. Incongruência.
Começo sempre.

Pickpocket Gallery_Lisboa_2014

Começo sempre.
Vejo as minhas fotografias pelo avesso. As palavras são como cristais, fragmentam-se em imagens. Varro á passagem os lugares, quase todos têm nome, identifico-os no meu mapa, e retorno. O corpo é uma caixa estranha.
Começo sempre.
O preto e branco, o tempo perdido, os borrões e partículas parasitas nas imagens. Não uso luvas.
Começo sempre para não ter que terminar.
Mas gosto de sítios terminais, de objectos deixados para trás, despossuídos. Por outro lado atrai-me o fim. Incongruência.
Começo sempre.

Nesta exposição os trabalhos apresentados estavam distribuídos por painéis e todos eles eram trabalhos iniciados e não finalizados.
Todos tinham em comum serem fotografias a preto e branco em película. 
Alguns eram ampliações originais, em papel fotográfico ou papel de aguarela emulsionado.

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